Duas contas, pernas opostas, uma delas com bônus. Capital em cada conta, o bônus, o spread e a alavancagem no ouro. O resto é conta.
conta ECN: 0
só conta ECN; senão 0
a menor das duas limita o lote
O fator
Para cada 0,10 na conta A (sem bônus)
— na conta B
Lote máximo que cabe na margem
A — · B —
Conversor · digite o lote de um lado
Referência rápida
Resultado do lote escolhido
Escolha o lote pelo que sobra
lote na A
lote na B
razão
se a A quebra
se a B quebra
custo
o ouro anda
vazio = o maior que a trava ainda cabe
quanto essa conta está negativa
Até onde compensa ficar sem trava
Drawdown máximo que ainda trava sem perder
− —
Se travar agora
trave com —
drawdown
lote da trava
razão
se a A quebra
se a B quebra
Cada dólar de drawdown antes da trava custa quase um dólar do que sobra depois. Se o mercado for a seu favor, o lucro é todo seu. A conta que fica sem travar é a aposta; a trava é o seguro.
Como funciona. A conta A é sua; a conta B tem depósito mais bônus. As pernas são opostas, então uma ganha o que a outra perde. Perder na conta do bônus custa só o seu depósito, porque o crédito da corretora vai junto. É daí que sai o dinheiro, e a razão de lotes é o que faz sobrar dos dois lados.
Premissas. Ouro a 4.400, contrato de 100 onças, stop out em 20 %, liquidação de uma posição por vez, sem swap porque você não dorme posicionado. Passo de lote 0,01.
O que a conta não decide. Se o regulamento do bônus deixa a perda ser absorvida pelo crédito, se o lucro sobre o bônus é sacável e se a corretora permite hedge entre contas. Isso está no contrato, não na matemática. Sem a primeira dessas três, a estrutura não existe.